sexta-feira, 4 de maio de 2012

Os Vingadores


Hoje estreia nos Estados Unidos esse filme épico. Entretanto em outros lugares do mundo ele já estreou, inclusive no Brasil. Ele conta a história em que um grupo de heroís se reuni para salvar a Terra de uma possível catástrofe. Mas para isso, eles precisam aprender a trabalhar em equipe, o que a princípio não parece ser nada fácil.

O interessante que antes dos Vingadores, fomos sendo preparados na trama com filmes anteriores individuais dos heróis (Capitão América, Homem de Ferro, Thor...) para esse grande acontecimento: Algo inédito no cinema, semelhante o que já acontece a muito tempo nos quadrinhos quando se aproxima uma saga grandiosa.

Para os cinéfilos mais exigentes, talvez ache a história não muito interessante... entretanto acredito que esse não é objetivo maior do filme e sim de ser uma história divertida, simples, que agrade as novas gerações e fãs da velha guarda. Recomendo assistir em 3D, vale a pena.



A quem diga que para compensar a exibição tardia, os americanos serão agraciados com uma cena extra. Enfim, isso só saberemos depois... de qualquer forma quem for assistir o filme por aqui, mais uma vez fique até o final dos créditos, pois terá uma surpresa e tanto... principalmente para quem é fã do universo Marvel.

domingo, 1 de abril de 2012

Saint Seiya Ômega

Hoje estreou no Japão uma nova série de Cavaleiros: Saint Seiya Omega. Nela conta a história dos guerreiros do Atena num futuro próximo, 25 anos depois da história clássica. Diferente de outras sagas, essa aqui foi feita exclusivamente para anime.


Nele conta as aventuras de Kouga, o novo cavaleiro de pegasus, junto com uma nova geração de guerreiros do zodíaco. O vilão a príncipio será Mars (Marte) que já tentou matar o novo protagonista quando este ainda era um bebê. Falando nisso, Seiya (protagonista da série original) participará como também Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Shingo Araki


Uma notícia muito triste eu acabei saber... que Shingo Akari de 72 acaba de falecer. Alguém pode perguntar: "Tá, e quem é esse cara?" Aí eu respondo que ele é o responsável por 80% do sucesso de Saint Seiya (mais conhecido por essas bandas por Cavaleiros do Zodíaco).

Shingo começou a se interessar por desenho com 5 anos de idade e se formou na prefeitura de Aichi. Aos 18, começou os seus 1º trabalhos como desenhista na Machi Magazine. Posteriomente, uniu-se com a Mushi Production como animador e depois fundou o Studio Jaguar. Fez muitas adaptações de quadrinhos japoneses (mangá) para animações... e entre elas está Cavaleiros.

Ele foi character designer da série, onde alterou as armaduras (a principal mudança), cores de cabelos (que no mangá não tinha cabelos... digamos... coloridos), entre outras coisas. Quando assistir a série pela 1ª vez em 1994, nem na mente passava que as armaduras eram tão diferentes no mangá (para dizer a verdade, nem sabia que por tradição, uma animação japonesa geralmente tinha um quadrinho antes).

Quando tive 1º contato com o mangá, percebi o motivo delas tenha sido mudadas. Não desmerecendo o autor do mangá Masami Kurumada, mas Shingo colocou um toque na série que deixou ela mais bela, pelo menos para mim isso é óbvio. Junto com a direitora de animação Michi Himeno (que também era a sua esposa), conseguiram um trabalho tão belo que é reconhecido internacionamente até hoje. Sem contar que muitos elementos criados no anime foram incorporados em outras mídias como próprio mangá em outras séries dos Cavaleiros.


Bem... é isso. Aqui foi apenas uma pequena homenagem de um fã que ele nunca soube de sua exsitência. Quem sabe se existir um outro mundo, ele esteja vendo essa postagem que criei com muito carinho e admiração. Valeu Shingo, obrigado pela sua versão de Cavaleiros. Vá em paz e torna-se uma estrela.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A Bela e a Fera

Este mês esta animação completa 20 anos. Eu pensei que o desenho que tinha sido lançado em 1991 era o da Pequena Sereia, mas me enganei.


Engraçado é que NUNCA assisti este desenho na minha vida (nem mesmo quando passou na Globo recentemente, onde só assisti algumas partes). Talvez isso se deve porque na época eu tinha acabado de ser reprovado (na verdade, um ano depois) e toda vez que lembro deste desenho, lembro deste fatídico ano. Só que acho que passou muito tempo para ter trauma de um desenho que pela lógica, não tem nada haver com o que aconteceu comigo, não é?

Bem... o interessante que até pouco tempo atrás nunca parei para pesquisar a origem da história, no máximo a única coisa que sabia era um seriado trash dos anos 80 que passava na Globo e que eu erroneamente pensava que a animação da Disney tinha sido baseada (criança é assim mesmo, fazer o quê...), mas hoje sei que trata-se de um conto de fadas francês em que teve várias versões, onde tanto a série da tevê quanto a animação foram inspirados. Se por acaso algum dia encontrar o conto em uma versão traduzida, não deixarei de ler... mas enquanto isso não acontece, quem sabe eu compre o DVD especial da Disney dos 20 anos do desenho e finalmente assisto o filme completo... é uma possibilidade.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Jem e as Hologramas

Sabe, esses dias na internet, estava procurando sobre cantoras brasileiras que fazem versões nacionais de músicas de desenhos... e acabo chegando a esta animação. Como fazía tempo que eu não assistia e por tabela não me lembrava de muita coisa, resolvi pesquisar mais.


Aí... caramba!! Eu nem lembrava como o desenho era tão bem feito, fico pensando como seria se essa qualidade visual tivesse continuado até nos dias de hoje. Talvez não teríamos essa invasão exagerada de desenhos japoneses na mente da geração de hoje (irônico eu falar isso, pois Jem tinha dedo japa no meio a mando dos gringos... mas tudo bem). Hoje em dia, tirando algumas exceções, a animação americana está muito decadente e sem indentidade, onde muda conforme a moda. E por falar em moda, era nesse clima misturado com rock e fama que este desenho se apresentava com direito a assuntos muito maduros para um coisa feita para crianças, mostrando que não só japonês que consegue fazer esse isso.

O desenho conta a história de Jéssica Benton (Jerrica no original), uma jovem que perdeu sua mãe muito nova que agora acaba de perder o seu pai também. Ele deixa para ela um orfanato de meninas e parte de sua gravadora, ambos com o nome de Starlight. Também recebe como herança, uma estranha máquina que faz efeitos hológraficos com muita perfeição, já que o seu pai também era eventor. Jéssica, querendo arranjar dinheiro para ajudar na manutenção do orfanato, vai até a gravadora falar com Eric Raymond, ex-empregado do seu pai e agora sócio da empresa. Para sua surpresa, Eric nega a ajuda e ainda diz que ela não tem competência suficiente para administra-la por ser muito jovem. Revoltada, Jéssica promete que aquilo não vai ficar assim. Usando o evento do seu pai, ela cria Jem: Uma misteriosa cantora de cabelo de rosa que se trata na verdade uma holograma projetada sobre si mesma. E juntos com suas irmãs, formam uma banda que pretende ganhar fãs e arranjar fundos para manter o orfanato Starlight.


A animação foi encomendada pela Hasbro (grande empresa no ramo de brinquedos) para avalancar as vendas de suas bonecas. Entretanto o desenho fez mais sucesso, o que acabou sendo cancelado depois de 3 anos. Na sua exibição original, o desenho passou no canal da MTV e aqui no Brasil passou no SBT, já que ainda não tinha a versão brasileira do canal. Fico pensando se a MTV Brasil poderia reprisar nos dias de hoje... mas como o canal tem frescura com dublagem, é bem capaz de passar o desenho legendado, coisa que eu não quero.

Com o sucesso de Transformers e G.I. Joe (?), é bem provável que a próxima franquia a se tornar filme seja Jem. Se manter a mesma qualidade de roteiro (que acho difícil) é bem capaz de fazer muito sucesso também. É só espera para ver... êita! Acabei não falando de quem canta na versão nacional do desenho. Mas isso, deixo para outra vez.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O Rei Leão em 3D


Ontem de tarde fui ao shopping assistir essa animação que fez muito sucesso no passado e que voltou aos cinemas. Não sou muito fã, porém como na outra vez não vi na tela grande e agora está em 3D, resolvi ver.

O enredo acho que quase todo mundo já sabe, não é? Trata-se da história de um Leão e seu ciclo da vida, onde isso é quebrado quando um parente tentar usurpar seu trono expulsando-o. Até que anos depois ele volta de seu exílio e reivinca o seu lugar de direito como sucessor de seu pai.

História simples, não é? Pois naquela época já era mais que suficiente para a cativar a todos. Talvez isso não aconteça comigo porque, mesmo que eu goste um pouco do desenho, nunca esqueço isso trata de um plágio descarado de uma animação japonesa. Mas mesmo com esta mancha na reputação, O Rei Leão faturou muito quando estreou em 1994, tanto que só se falava dele na minha época de colégio que me fez pegar abuso e não querer ver também nos cinemas. Agora mais velho, aproveitei a oportunidade deixando o meu antigo preconceito de lado e fazer um análise com um olhar de um adulto.

Hoje percebi que na história se ver muito elementos filosóficos como piscologia reversa, responsabilidade com suas obrigações e a fuga delas, além de pensamentos espiritualistas orientais (talvez por isso que apareceu alguns religiosos fanáticos querendo detonar o filme). Foi bom ter visto com essa outra visão e também por fazer tempos que não assistia o desenho, deixando mais interessante.


E para encerrar, vou falar da coisa mais importante (pelo menos para mim) que me fez realmente ver pela 1ª vez no cinema este filme: O 3D. Como era uma animação muito bem feita já na época, pensei que viria com efeito de 3 dimensões muito bom... mas o que achei foi algo semelhante aos filmes com o famigerado 3D convertido. De qualquer forma o desenho é bom e mesmo tido pago um preço salgado, não me arrependo. Para quem é fã deve ser um momento imperdivel.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mundo Canibal

Esses dias que estou navegando na internet (para não dizer o ano todo), estou vendo um monte de porcaria. Sinceramente eu poderia no lugar está procurando coisas mais úteis na minha curta existência humana... porém, uma dessas porcarias sempre me chamou atenção e hoje estou vendo sem parar, he, he, he...

Pela imagem abaixo, não preciso nem dizer do que se trata, não é?

Meu 1º Contato com esse Mundo

Bem... a 1ª vez que ouvi falar nem prestei atenção direito. Foi numa reportagem na MTV sobre os desenhos que circulavam na internet, sendo o apresentado o que aparece pela 1ª Chuq Norris (ainda como mesmo sobrenome do ator de porrada que foi parodiado). Além disso, tinha muitos outros personagens com características únicas que nunca antes se via até então. O problema é que naquela época eu mal usava computador e mesmo anos, já não lembrava mais por onde encontrar.

Quando redescobrir o Canibal

Eu já estudava Artes Plásticas na UFPE quando ouvi a respeito de um colega sobre um site com animação em flash muito tosca e que tinha um humor bem ácido. O nome deste site era "Mundo Canibal". Fiquei curioso e resolvi pesquisar... no final achei as benditas animações, até aquela de Chuq, agora com o sobrenome Nóia. Só que lá o carregamento era lento e por isso, tentei ver se eles tinha algum canal no YouTube, mas só achei seus vídeos em canais não oficiais...

Fiquei pensando como eles não tinham um ainda, visto que suas animações fazem um tremendo sucesso. Tive que me contentar em ver em canais piratas... até que, em Março deste ano, saiu finalmente o oficial:


Demorou! He, he, he... mas pelo menos saiu. Gosto muito da animação deles, mais tanto... que isso me faz até lamentar de uma coisa semelhante que eu senti quando vi o filme Sucker Punch: Que quando uma ideia aparece e a gente não a recebe, ela simplesmente procura outro lugar para se manifestar... maldito inconsciente coletivo!